11/06/2019 às 19h08min - Atualizada em 11/06/2019 às 19h08min

Telegram desmente fake news do UOL pelo Twitter

“Eu não disse ‘celulares não foram hackeados’. Alguém me perguntou ‘O Telegram foi hackeado?’ – Eu disse que não, o Telegram não foi hackeado”, explicou o aplicativo de mensagens.

- Fonte: Renova Mídia
Foto: Reprodução
 

O aplicativo de mensagens Telegram desmentiu uma matéria de autoria do jornalista Nathan Lopes publicada no site UOL, nesta terça-feira (11), com o título: “Não há evidência de que celulares foram hackeados, diz Telegram”.

Segundo a matéria do site, o Telegram disse que “não há evidências de que tenha havido invasão das contas do ex-juiz federal e ministro da Justiça, Sergio Moro, e de integrantes da força-tarefa do MPF (Ministério Público Federal) na Operação Lava Jato no Paraná”.

Supostas conversas entre o ministro da Justiça, Sérgio Moro, e procuradores da Operação Lava Jato foram divulgadas no último domingo (9) pelo site The Intercept. Os diálogos foram feitos no Telegram. O site diz que as mensagens foram repassadas por uma fonte. A Polícia Federal (PF), por outro lado, investiga a atuação de cibercriminosos.

 

Segundo o jornalista do UOL, em resposta a uma pergunta feita por um brasileiro na rede social Twitter, a conta do Telegram no Twitter disse em inglês que “não há evidência de nenhuma invasão”.

“É mais provável que tenha sido malware ou alguém que não esteja usando uma senha de verificação em duas etapas”, acrescentou o Telegram.

A matéria do UOL viralizou rapidamente nas redes sociais. A maioria dos blogs alinhados à extrema esquerda brasileira repercutiram o conteúdo. Outros veículos de informação da velha imprensa também propagaram a informação falsa.

Alguns minutos após a publicação da matéria, o Telegram utilizou o Twitter mais uma vez para desmentir a manchete da notícia.

“Eu não disse ‘celulares não foram hackeados’. Alguém me perguntou ‘O Telegram foi hackeado?’ – Eu disse que não, o Telegram não foi hackeado”, explicou o aplicativo de menagens.
 


Após a réplica do Telegram, o UOL corrigiu os erros contidos na versão original da matéria e alterou o título para “Telegram diz que não há evidência de que aplicativo foi hackeado”.


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